Commodities: Importações Chinesas de Milho quintuplica em 2021

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As importações chinesas de milho somaram 4,8 milhões de toneladas no primeiro bimestre de 2021, de acordo com dados divulgados pela Administração Geral de Alfândegas da China (Gacc, na sigla em inglês). O volume é mais do que o quíntuplo do importado em igual período do ano passado. O valor desembolsado com a importação do cereal em janeiro e fevereiro foi de US$ 1,16 bilhão, quase seis vezes o gasto um ano antes.

De trigo, os chineses importaram 2,48 milhões de toneladas em janeiro e fevereiro, 265% a mais que no primeiro bimestre de 2020, pelo valor de US$ 728,5 milhões (+281,5%).

A China importou 13,41 milhões de toneladas de soja em janeiro e fevereiro deste ano, o que representa uma leve queda de 0,8% ante o primeiro bimestre de 2020. Em termos de valores, as importações de soja totalizaram US$ 6,27 bilhões, um aumento de 14,6% ante janeiro e fevereiro do ano passado.

Dentre os derivados da oleaginosa, a China adquiriu 230 mil toneladas de óleo de soja no primeiro bimestre, 106,7% a mais que o adquirido em igual período do ano passado. O valor desembolsado com as compras do óleo vegetal foi de US$ 185,8 milhões (+120,9%).

No mercado de algodão, a China importou 690 mil toneladas em janeiro e fevereiro, aumento de 67,5% na comparação anual, pelo valor de US$ 1,19 bilhão (+65,3%).

As aquisições de óleo de palma pela China atingiram 770 mil toneladas no primeiro bimestre, pelo valor de US$ 553,25 milhões. As compras aumentaram 25,9% em volume e 42% em valor ante igual período do ano passado.

De lácteos, 760 mil toneladas foram importadas pela China em janeiro e fevereiro deste ano, 24,8% a mais do que um ano antes. O desembolso foi de US$ 2,42 bilhões (+9,2%).

Em relação ao açúcar, a China importou 1,05 milhão de toneladas nos dois primeiros meses do ano, pelo valor de US$ 364,9 milhões. As compras da commodity cresceram 223,5% em volume e 203,3% em valor na comparação anual.

As aquisições de fertilizantes pelo país asiático somaram 1,67 milhão de toneladas no primeiro bimestre, 6,8% a menos do que em igual período do ano passado. O valor gasto com as compras externas de adubos foi de US$ 419,1 milhões (-24%).

Original de FAESC