Mais de 2 T de alimentos impróprios foram apreendidos em São Pedro

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A força-tarefa do Programa Segurança Alimentar, do Ministério Público do Rio Grande do Sul, esteve esta quarta-feira (14) em quatro estabelecimentos de São Gabriel. Fiscais estaduais agropecuários da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) acompanharam as ações, que apreenderam e inutilizaram 2.150 quilos de produtos impróprios para consumo.

Três estabelecimentos foram autuados. Entre as irregularidades encontradas, conforme o coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do MPRS (Gaeco) – Segurança Alimentar, promotor de Justiça Alcindo Luz Bastos da Silva Filho, estão produtos com prazos de validade vencidos ou sem prazos de validade, sem procedência, produtos com temperatura inadequada e atividade industrial em área de comércio.

Mais de 1.300 quilos apreendidos em Chiapetta e Inhacorá

Uma tonelada de alimentos impróprios para consumo foi apreendida em Inhacorá – Foto: MP-RS

Em ações realizadas na semana passada, a força tarefa fiscalizou e autuou dois estabelecimentos em Chiapetta e três em Inhacorá. Um total de 1.311 quilos de alimentos impróprios para consumo foram apreendidos e inutilizados.

Os principais problemas encontrados nos estabelecimentos de Chiapetta foram produtos com prazos de validade vencidos ou sem prazos de validade, sem procedência, higienização precária, atividade industrial em área de comércio, entre outras irregularidades. Em Inhacorá, foram  encontrados produtos com prazos de validade vencidos ou sem prazos de validade, sem procedência, higienização precária, atividade industrial em área de comércio, venda irregular de produtos proibidos em comércios de alimentos, como medicamentos (antibióticos e antiinflamatórios), raticidas e desentupidores a base de soda cáustica.

Conforme o promotor Alcindo, em um dos locais em Chiapetta foram encontradas peças de carne com a medula espinhal, material é retirado em frigoríficos regulares em razão de doenças como a da “vaca louca”. Também foram identificados linfonodos, indicando lesão no animal vivo, que também não é processado em frigoríficos regulares.

Além do MP-RS e da SEAPDR, também participam das ações os promotores de justiça locais, representantes da Delegacia do Consumidor (Decon), das vigilâncias sanitárias municipais, da Patrulha Ambiental (Patram) da Brigada Militar e da Secretaria Estadual da Saúde.

Original de GOV.RS